heart..
um dia acontece

E eu sempre estive por ali. Um sorriso nas horas precisas e um abraço nas horas de carência, é, eu gostava de ser o seu porto seguro. Nunca me importei com suas indas e vindas ou com seu jeito desinteressado. Na verdade me encantava com a ausência de preocupação que você tanto aparentava, tudo estava bem, tudo ia ficar bem. Eu sempre fui muito preocupada, sempre fazendo planos e correndo atrás de objetivos. Viver a vida sem se preocupar com o amanhã só acontecia quando eu estava ao seu lado. Você me trazia aquela sensação ardente de que tudo era possível, e eu gostava disso. 

Não me importava de ser sua melhor amiga ou de conhecer todas aquelas namoradas que já nem me lembro mais os nomes. Victoria, Laura, Fernanda, Beatriz, Julia, Maria .. Quantas vezes me peguei imaginando “Por que não eu?”, mas logo afastava esse pensamento tão sombrio. Eu era amiga, só. Aquelas faíscas que saíam em nossos olhares eram apenas.. Faíscas. É, faíscas de amigos. Amigos também sentem admiração um pelo outro né? É, acho que sim.

Você mudava tanto quando estava no centro das atenções; queria se mostrar confiante, feliz, realizado consigo mesmo. Não estou dizendo que isso era algo errado a se fazer, mas sabia que viver de aparências não dura pra sempre? Acho que hoje você sabe disso. É, você sabe.  Suas namoradas passageiras foram o reflexo dessas suas atitudes, passavam rápido como uma estação no ano. Sem deixar marca alguma, apenas histórias. Sem significar nada, apenas aparências. Comigo você era diferente, você era.. Você. Acho que ninguém nunca viu o quão incrível você era por dentro.

Eu gostava de te desvendar, de conhecer cada sorriso e cada olhar. Sabia que às vezes você era um idiota? Você era meu idiota preferido. Arrogante,babaca, egoísta e idiota.

Te amei por muito tempo, e eu sempre estive aqui, com você. Tá certo que tentei mudar o rumo da minha vida por muitas vezes, tive alguns namorados os quais tentava amar, tentava mesmo. Mas eles não eram suficientes, eles não eram você. Me odiava por comparar meus namorados com meu melhor amigo, qual era o meu problema? Depois de anos de negação acho que tenho a resposta. Nunca quis ser só sua amiga.

Mas você sim, sempre fez questão de me colocar no meu lugar. Fazia questão de me apresentar todas suas namoradas e de ressaltar que eu seria madrinha dos seus casamentos que só ficavam em promessas. Nunca me importei, eu sabia que o carinho que você tinha por mim era maior do que tudo aquilo.

Assistir comédias românticas se perguntando que dia sua vida seria assim. Resposta? Nunca. Se eu estivesse num filme você também me amaria de volta, nós seríamos felizes e teríamos cinco filhos. Mas não, qual a graça nisso certo? Muito melhor dispensar namorados atrás de namorados e ver a pessoa que você ama flertando com a garçonete em um jantar.

Mas e aquelas faíscas, hein? Nosso abraços não eram simples abraços, eram palavras querendo sair de nossas bocas silenciosas. Suas mãos adoravam se encontrar com as minhas e seus lábios cada vez estavam mais perto dos meus. Meu estomâgo se infestava de borboletas, passáros, insetos e de todos animais a cada toque. Ai que mulherzinha! Agradeço aos meus anos de teatro pois eu conseguia disfarçar isso muito bem, bem até demais.


“Eles falavam muito pouco do que sentiam um pelo outro: não havia necessidade de frases bonitas e pequenas atrações entre amigos tão experientes.”


Você nunca percebeu o que eu sentia e eu fazia questão de parecer o mais indiferente possível. Elogiava mulheres na sua frente e dizia que não acreditava no amor. Você sempre tão inocente, nunca passou pela sua cabeça que eu podia te ver como um homem? Nunca passou pela sua cabeça que o motivo de nunca termos dado certo com ninguém era que nós estávamos destinados a ficar juntos?
 Vamos formar um incêndio sem se preocupar com as consequências? Cansei dessa vida onde temos medo do amanhã, vamos viver o hoje.
Ta aí, o destino. Traiçoeiro e cheio de surpresas; sempre fazendo questão de nos mostrar que nada na vida é certo.

“190, qual é a sua emergência?” PRECISO VER O SORRISO DELE.
A saudade não gosta de morrer, ela gosta de matar.
Evanescence (via someboysomewhere)
octa-nacional:

Não importa se você tem estilo, reputação ou dinheiro. Se não tiver um bom coração, você não vai valer nada.

octa-nacional:

Não importa se você tem estilo, reputação ou dinheiro. Se não tiver um bom coração, você não vai valer nada.


 
Sabe a Maria do Big Brother? A Maria, aquela que teve um rápido affair com o nada-bonito-Maurício. Maria, aquela que depois que o nada-bonito saiu da casa arrastou asa para o Wesley. Maria, que depois que o Maurício voltou pra casa se arrependeu. Maria, aquela que bebe e mostra a bunda na televisão. Maria, aquela que diz Maurício-gosto-de-você baixinho no ouvido. Maria, aquela que perde o foco, a noção, o norte, o jeito, o gesto. Maria, aquela que esquece a dignidade no fundo do copo. Maria, aquela que ataca o cara, chora pelo cara, quer de todo o jeito beijar o cara, é louca pelo cara, tarada, maníaca, doente. Pois bem, essa é Maria. Maria, que já foi uma das Felinas. Maria que, diz a lenda, já fez uns bicos na profissão mais antiga do mundo. Não me importo com o passado da Maria. E eu digo: gosto da Maria, pois o que importa é o que a Maria representa, o que a Maria é, o que a Maria nos faz ver. Eu me enxergo na Maria. Eu enxergo muitas mulheres na Maria. E eu repito Maria-Maria-Maria. A Maria representa nossas lágrimas, nosso rímel borrado, nossos porres, nossas ligações na madrugada, nossos fiascos, nossas insanidades. A Maria representa aquela mulher que já perdeu a cabeça e o juízo por causa de um homem. A Maria é aquele comportamento que você teve sábado passado quando, bêbada e ofendida, mandou 34 mensagens para o celular do ex-namorado. A Maria sou eu há 5 anos atrás, que corria atrás de um cara que me fazia de gato e sapato.
 (Clarrisa Corrêa)

 

Sabe a Maria do Big Brother? A Maria, aquela que teve um rápido affair com o nada-bonito-Maurício. Maria, aquela que depois que o nada-bonito saiu da casa arrastou asa para o Wesley. Maria, que depois que o Maurício voltou pra casa se arrependeu. Maria, aquela que bebe e mostra a bunda na televisão. Maria, aquela que diz Maurício-gosto-de-você baixinho no ouvido. Maria, aquela que perde o foco, a noção, o norte, o jeito, o gesto. Maria, aquela que esquece a dignidade no fundo do copo. Maria, aquela que ataca o cara, chora pelo cara, quer de todo o jeito beijar o cara, é louca pelo cara, tarada, maníaca, doente. Pois bem, essa é Maria. Maria, que já foi uma das Felinas. Maria que, diz a lenda, já fez uns bicos na profissão mais antiga do mundo. Não me importo com o passado da Maria. E eu digo: gosto da Maria, pois o que importa é o que a Maria representa, o que a Maria é, o que a Maria nos faz ver. Eu me enxergo na Maria. Eu enxergo muitas mulheres na Maria. E eu repito Maria-Maria-Maria. A Maria representa nossas lágrimas, nosso rímel borrado, nossos porres, nossas ligações na madrugada, nossos fiascos, nossas insanidades. A Maria representa aquela mulher que já perdeu a cabeça e o juízo por causa de um homem. A Maria é aquele comportamento que você teve sábado passado quando, bêbada e ofendida, mandou 34 mensagens para o celular do ex-namorado. A Maria sou eu há 5 anos atrás, que corria atrás de um cara que me fazia de gato e sapato.

 (Clarrisa Corrêa)

gabrielcezar:

O que me atormenta é que tudo é “por enquanto” nada é “sempre”. Clarice Lispector

gabrielcezar:

O que me atormenta é que tudo é “por enquanto” nada é “sempre”. Clarice Lispector

desprezad-o:

Uma palavra amiga, uma noticia boa… Isso faz falta no dia a dia. (Charlie Brown Jr.)

desprezad-o:

Uma palavra amiga, uma noticia boa… Isso faz falta no dia a dia. (Charlie Brown Jr.)